Biquíni rebelde.
Como a maioria das pessoas eu torno o simples em difícil e o difícil em simples uma dessas tarefas é comprar um biquíni.
Em 2012 precisei mudar algumas coisas na minha vida, uma delas a minha perca de peso, não cheguei a ser obesa mórbida, mas já estava entrando em uma situação critica (saúde e psicológico). Com ~força de vontade~ e
Mas com tanta proeza vivo a guerra de dois mundos: A minha cabeça que não sabe reagir com o que vejo no espelho e elogios/parabéns e por outro o mundo magro, seguir a rotina, forçar a amizade com a memória metabólica, o manequim.
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| Não enche! |
Foi experimentando um biquíni que eu pude ver quem sou e quem eu queria ser, o espelho e a iluminação da loja o cataloga com uma bela modelo em trajes de banho e meus pensamentos arrependidos dizendo: "Deveria ter investido no Carboxiterapia, levado a low-carb a sério, tomado tal termogênicos hard..." Foram longos 8 minutos de mutilação e rejeição mental. Dentro do provador com minha cara de insatisfação tive outro surto e pensei, porra mas eu não só emagreci para poder ser linda em um biquíni, andar com a galera descolada da praia eu só vou em um lugar publico curtir uma onda, tranquila, na minha...
A escolha desse biquíni foi como brincar de "Onde está Wally?" Wally no caso era o meu bom senso de ir em um local publico só pra se divertir e erguer a rebeldia.
Até ouvi ele dizer: "fia você é humana, me esquece e vai curtir sua praia, não bitole e faça topless!"
Oh! Sábias palavras, vou precisar me exercitar com esse pensamento todos os dias.

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